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O que é o Flash Mob?

  • 29 de abr. de 2015
  • 6 min de leitura

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Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social, notadamente pelas redes sociais digitais.

A popularização do movimento deu-se principalmente pelo sucesso da Internet. Segundo Bill, as pessoas gostaram de flash mob por ter um componente online, permitindo-as verem as comunidades virtuais manifestarem-se fisicamente e literalmente.

O primeiro flash mob foi organizado via e-mail (com endereço themobproject@yahoo.com criado para este fim), pelo jornalista Bill Wasik, em Manhattan. Mandando o e-mail para 40 ou 50 amigos (de maneira que eles não soubessem que o evento fora planejado pelo próprio jornalista), Bill convidou as pessoas a aparecerem em frente à loja de acessórios femininos Claire’s Acessories. Segundo ele, "A ideia era de que as próprias pessoas se tornassem o show e que, apenas respondendo a este e-mail aleatório, essas pessoas criassem algo" em um mob anônimo e sem liderança.

No entanto, a loja foi avisada antes do acontecimento e a polícia foi acionada, evitando que as pessoas ficassem na frente da loja, frustrando os planos do primeiro mob.

O segundo mob aconteceu em 3 de junho de 2003, na loja de departamentos Macy's. Wasik e amigos distribuíram flyers para pessoas que passavam nas ruas, indicando quatro bares em Manhattan, onde elas receberam instruções adicionais sobre o caráter e o lugar do evento, minutos antes do seu início. – para evitar o mesmo problema que ocorreu com o primeiro.

Mais de 100 pessoas juntaram-se no 9.º andar de tapetes da loja, reunindo-se em volta de um tapete caro. A quem se aproximasse de um vendedor foi dito que as pessoas reunidas no andar viviam juntas num depósito nos arredores de Nova Iorque, que estavam procurando por um “tapete do amor” e que todos faziam suas decisões de compra em grupo.

Mobs populares:

Zoombie Walk:

Consiste em pessoas que se juntam para passar algum tempo caracterizadas como zumbis e agindo como tal, dispersando-se em seguida. Esta é outra forma de flash mob que está crescendo pelo mundo e atrai cada vez mais pessoas.

Jornada Mundial da Juventude de 2013

Considerado o maior flash mob do mundo com a música de boas-vindas ao Sumo Pontífice Papa Francisco. Foi realizado na Jornada Mundial da Juventude de 2013, no Rio de Janeiro, Brasil, na Praia de Copacabana. Eram mais de 3 milhões de pessoas, jovens fiéis católicos de todas as partes do mundo.

Urban Playground

Nascido do flash mob este movimento também acontece quando pessoas comunicam-se via Internet ou algum meio de comunicação móvel e juntam-se a fim de atingir um mesmo objetivo, porém o Urban Playground quer simplesmente usar o espaço urbano para promover encontros onde as pessoas possam divertir-se, como uma batalha de bolhas de sabão, uma gigantesca luta de travesseiros, um picnic e outros.

Este movimento diferencia-se de um flash mob pois as pessoas não permanecem no local por alguns instantes e logo depois dispersam-se; estes eventos podem durar horas, o que dá mais chance de que os participantes se conheçam. Há também um objetivo por trás das reuniões, que é fazer com que as pessoas pratiquem atividades e percam os hábitos sedentários, fazendo do urban playground parte da cultura das pessoas

E se tornássemos algumas atitudes positivas do cotidiano mais divertidas, haveria mais adeptos? É com este questionamento que a marca Volkswagen patrocinou uma corrente de experimentos denominada “The fun theory”. Com apenas algumas “pitadas” de humor em ações banais, como jogar lixo no lixo e utilizar a escada comum ao invés da escada rolante, o projeto visa chamar a atenção não somente para a marca em si, como também para questões como bem estar e consciência ecológica.

Os experimentos se pautaram na ideia de fazer com que ações “banais” fossem mais praticadas, utilizando elementos de humor para isso. Para tanto, foram utilizados elementos humorísticos que chamassem atenção das pessoas e que as estimulariam para a prática da ação querida. Por exemplo, em uma primeira experiência, os pesquisadores filmaram uma escada comum e uma escada rolante que ficavam lado a lado, na saída de um metrô, e perceberam que a utilização da escada rolante era muito maior do que a comum. Sabendo que usar a escada comum traz mais benefícios para a saúde, os pesquisadores colocaram teclas de piano em cada degrau, fazendo com que os mesmos, quando “pisados”, emitissem uma nota musical. O resultado foi surpreendente: neste dia, o número de pessoas que utilizou a escada comum foi muito maior do que aqueles que utilizaram a escada rolante.

Em outra experiência, os pesquisadores filmaram uma lata de lixo em um parque, e observaram que a mesma era pouco utilizada. Quando havia um lixo próximo, poucas pessoas o pegavam e colocavam na lixeira; ou pior, alguns não jogavam na lixeira, mas na grama. Diante desta situação, o experimento colocou nessa lata de lixo um sensor musical com a onomatopéia presente em diversos desenhos infantis, qual seja, a de um objeto caindo em um abismo sem fim. Assim, quando um lixo fosse jogado, a sensação era a de que a lixeira tinha um fundo muito distante. Nessa situação, lixos espalhados pelo parque foram recolhidos pelas pessoas e jogados nessa lixeira, que concentrou o maior lixo no dia.

Além de outras experiências envolvendo garrafas de vidro e reciclagem, o programa destacou que as pessoas deixam de fazer o bem para si mesmas (como no caso das escadas) ou para o meio ambiente (como no caso do lixo) por mera preguiça ou falta de estímulo. Colocando um pouco de humor nessas tarefas, a adesão foi muito maior nesses dias do que nos dias comuns – ou seja, não é impossível realizar tais ações, apenas falta um impulso para fazê-las.

Resta saber, entretanto, se a empresa em questão como grande empresa que é, teve ideia de patrocinar essa campanha pensando realmente no estímulo ao bem estar individual e ecológico, trazendo novidades que aprimorem o cotidiano, ao invés de unicamente querer promover-se como uma empresa sustentável e, por isso, atrair novos consumidores ou ter alguma vantagem tributária. A produção de tal campanha – que tem feito muito sucesso nas redes sociais – visa, como o próprio site endossa, a mudança para o melhor. Essa mudança, obviamente, deve estar pautada na ética que tal empresa deve promover, buscando realmente incentivar uma mudança comportamental eficiente, que contribua de forma efetiva para a sociedade, e não unicamente em realizações financeiras próprias.

No vídeo abaixo, outro jeito divertido de enfrentar a reciclagem: um contenedor de garrafas que…

Bem, confira você mesmo porque esse contenedor, colocado numa rua perto da principal estação de trens de Estocolmo, na Suécia, recolheu 20 vezes mais garrafas do que o colocado na rua seguinte

https://www.youtube.com/watch?v=zSiHjMU-MUo

No vídeo abaixo, A lixeira mais profunda do mundo, é possível ver pessoas procurando lixo no chão de um parque já bastante bem cuidado só para ter o prazer de jogá-lo na lixeira, por causa de um detalhe que vocês vão conferir. O resultado, só naquela única lixeira, foram os 41 quilos a mais de lixo recolhidos.

https://www.youtube.com/watch?v=cbEKAwCoCKw

Viralização/Viral

Viralização é um termo que surgiu com o crescimento do número de usuários das redes sociais e blog. A palavra é utilizada para designar os conteúdos que acabam ganhando repercussão (muitas vezes inesperada) na web. O termo é relacionado a doença, já que as pessoas chegam a compartilhar o conteúdo quase que inconscientemente, criando uma “epidemia” de internautas falando sobre o mesmo assunto. Dentro do marketing digital, a onda do momento é o poder de viralização que pode ser usado nas mídias sociais.

A rede social que domina o mercado mundial com ampla vantagem para seus concorrentes é o Facebook. Ao longo do dia, acompanhamos as publicações de nossos contatos, compartilhamos conteúdos, comentamos fotos e vídeos. As postagens que ganham popularidade de maneira extremamente rápida podem ser classificadas como “virais”.

Com tanto conteúdo na internet, é um desafio e também uma arte ganhar a atenção do internauta e conquistar um “curtir” ou um “retweet”, ser compartilhado ou divulgado em blogs, redes sociais e sites sem pagar nada por isso, simplesmente pelo bom conteúdo.

Virais não tem fórmula de sucesso

Falando assim até parece fácil, mas não existe uma fórmula infalível para criar um conteúdo que certamente será viral. Vale lembrar que para cada um que funcionou, vários outros falharam. Isso porque, nem sempre o sucesso depende do talento ou do investimento de quem cria um post.

Se você está pensando nisso, fica um alerta: por melhor que seja o seu trabalho, uma boa parte da responsabilidade está nas mãos de outros. Mas nada impede de você se preparar ao máximo, tentando prever o êxito daquilo que você pretende propagar. Digamos então que você não vai criar “algo viral”, você vai produzir algo com um “grande potencial viral”.

Hoje, a maioria das peças de marketing viral usa links patrocinados, postagens em blogs e sites e com isso conseguem despertar a curiosidade dos usuários, conquistando bons números de visitações e cliques.

Mas nem sempre as peças caem no gosto do público, que decide por não compartilhá-las. O compartilhamento é o segredo da viralização e não tem teto imaginável. Essa falta de sabedoria, por assim dizer, às vezes, podem se transformar a peça em fail.

Por isso, se o seu cliente lhe disser “Eu quero fazer um viral”, deixe claro que não existem virais, mas campanhas potencialmente virais. E caso quem queira investir em viral seja você, fique atento a todos os resultados que o seu trabalho possa ter, esteja preparado para tudo e sempre um passo a frente. E também um pé atrás: não esqueça que a grande maioria dos virais não atinge os seus objetivos.

Exemplos:

https://www.youtube.com/watch?v=3on-LLRqjHo

https://www.youtube.com/watch?v=eeQwPExFNRU


 
 
 

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